Valparaíso, Chile.

Valparaíso, Chile.

O que você lê?

Essa explosão de letras faz parte do acervo do Museu da Língua Portuguesa. Uma atração imperdível para quem está em São Paulo. Os três andares do edifício da Estação da Luz mostram como o nosso idioma é belo, complexo e merecedor de um espaço assim.

O que mais tem no mundo é de tudo.

— Sofia Fernandes, jornalista e viajante.

De fã para fã.

Minha admiração pelo Depeche Mode começou com as nostágicas mixtapes e sobrevive até hoje, agora em versões mp3 e streaming. Recentemente assisti à banda ao vivo e posso dizer que valeu cada minuto das duas horas de show. Clássicos e novidades fizeram parte do setlist do Delta Machine Tour, o que mostra que o trio inglês não parou no mundo do synthpop. Dedico esse pedaço da apresentação aos amigos que também são fãs. Se vocês estivessem lá, a festa estaria completa. 

Conexões lisboetas.

Esqueça o mundo wireless. Em Lisboa, os fios ocupam lugares privilegiados. São eles que conduzem os elétricos (bondes) até as regiões cheias de vida e história. No trajeto entre a Praça do Comércio e o bairro do Chiado, resolvi olhar mais para o céu. Os fios estão por todos os cantos, dando ainda mais charme aos prédios e sobrados. 

Uma cidade em dez fotos - Veneza./One city, ten pictures - Venice.

Campainhas curiosas de Veneza./Curious bells from Venice.

O livro de História aberto.

Esta é a minha segunda visita ao Coliseu e confesso que ele continua sendo o ponto mais interessante de Roma. Quem prestou atenção às aulas de História ou assistiu à meia dúzia de filmes sabe que o local foi palco de massacres e diversão garantida de uma plateia sádica. Hoje o Coliseu tem uma outra função: é uma atração altamente rentável para a cidade e, como patrimônio cultural, precisa ser bem cuidado e preservado. Os perdedores agora são os que deixam de visitá-lo.

Portas em automático.

Já estava na hora de voltar a ser um Touristique. Desta vez não será na mesma frequência como eu gostaria, já que nos dois últimos anos boa parte do tempo foi dedicada a isso. Mas prometo que os próximos registros acontecerão em intervalos menores. Novos roteiros já estão na pauta. Ainda há um bom material bruto que precisa ser editado e transformado em histórias. Assunto é o que não vai faltar.

A nova temporada do Touristique está recomeçando. Como tudo é novidade, houve também mudanças no visual da página e na marca. Esse último quesito ficou por conta do meu amigo Mário Gogh, um rapaz que adora ter ideias e, é claro, conhecer o mundo. No topo da página, a nova marca traz um mundo que está sempre girando. Isso foi trabalho de um outro camarada, o Anselmo Ramos, que também vive inventando coisas por aí. 

Depois desses sinceros agradecimentos, chegou a hora de seguir. Viajando, vendo, vivendo. 

Uma das lições mais valiosas de viajar e entrar em contato com outros mundos é aprender que a nossa forma de vida e as nossas normas que às vezes achamos tão preciosas são aleatórias, ou talvez só simples acidentes da cultura em que nascemos.

— Nathalie Trutmann, no livro Manual para Sonhadores.

Bicicletas e parafusos.

Na penúltima semana de 2012 fizemos uma viagem de trem em direção ao Sul dos Estados Unidos. Um dos destinos foi a charmosa cidade de Charleston, na Carolina do Sul. Foi uma delícia passear por ruas antigas, onde as placas nas esquinas e nas portas das casas iam contando as muitas histórias daquele lugar.

Mas não foram só as placas que fizeram o papel de guia turístico. Grandes parafusos nas fachadas pareciam nos dizer que eles eram bem mais do que exóticos adornos. Recorremos então ao oráculo Google que nos explicou que esses “parafusos” são, na verdade, reforços na estrutura das edificações que resistiram a um grande terremoto no final do Século XIX. 

Outro detalhe pitoresco da cidade foram as bicicletas. Vimos dezenas delas, devidamente presas, sempre à disposição dos seus donos. De várias cores e modelos, com ou sem freio, enferrujadas ou em perfeito estado, as magrelas davam harmonia ao passado estabelecido ali.

Charleston parecia tranquila. Era Dia de Natal, o comércio não funcionava, os moradores estavam com suas famílias. Mesmo assim, o lugar conseguiu nos dizer muita coisa.    

Do topo da Willis Tower, tudo parece tranquilo./
From the top of Willis Tower everything looks calm. Treinamento de suicida./Suicide training camp. O Cloud Gate e a reinvenção da cidade./The Cloud Gate and the reinvention of the city. Trenzinho da sacanagem./Asian train. Perca tudo, menos o ônibus./You can lose everything but the bus. Famosos no Dia de Ação de Graças./Celebrities on Thanksgiving Parade. Razões para visitar o Instituto de Arte  de Chicago./Reasons to visit The Art Institute of Chicago. Mais razões para visitar o Instituto de Arte de Chicago./More reasons to visit The Art Institute of Chicago. Quem não tem bigode compra um./If you don't wear mustache, buy one.  Um jeito divertido de ver Chicago do alto./A funny way to see Chicago from the top.

Chicago +10.

Mais 10 fotos de Chicago. Há um ano conhecemos essa cidade, mas parece que foi ontem. Viaje junto.

10 more pictures from Chicago. One year has passed since we’ve made this trip; however, the city is still on our mind. Enjoy it!

Charleston, 12/2012 Chicago, 11/2012 Philadelphia, 12/2012 Washington DC, 09/2012

Learning from signs./Aprendendo com as placas.

Siga o mestre.

Mesmo vivendo em uma máquina caça-níquel, o vidente Zoltar merece todo o respeito. Por um dólar, o mestre de turbante nos aconselhou a viver cada dia como se fosse o último. E foi isso que fizemos durante 17 dias, quando conhecemos a Califórnia (ou pelo menos uma parte dela).

Nossa viagem começou na Floresta das Sequoias Gigantes, um dos lugares mais incomuns em que já estive. Em seguida, fizemos um desvio para o sul do Estado, em San Diego, onde nos misturamos às crianças no maior zoológico do País. Voltando à estrada, partimos em direção ao Norte e exploramos Los Angeles, Santa Mônica, Santa Bárbara, Monterey, Carmel e, finalmente, São Francisco.

O tour foi ainda mais especial, porque fizemos o trajeto pela antiga e linda Highway 1. Percorrer essa rodovia é ver de perto elefantes marinhos e aves, além de ter o Oceano Pacífico como cenário permanente. A Califórnia é um destino incrível e a prova inquestionável de que o Grande Zoltar sabe das coisas.

Continue turistando no blog “Beijos, Eu”: http://tinyurl.com/k5eh3bz

O Grand Canyon, do nascer ao pôr-do-sol.

A visita ao Grand Canyon foi impressionante, como escrevi há alguns meses (http://tinyurl.com/qzvrtfe). Mas eu queria mostrar um pouco mais dessa experiência, então veio a ideia de produzir o vídeo acima. O que na edição parece um day trip, na verdade, foram três intensos dias no Parque Nacional. Embalados pela canção The Cave, do Mumford and Sons, seguimos trilhas, apreciamos horizontes e ficamos insignificantes diante daquele imenso vale. Além das nossas câmeras, o sol foi testemunha do que vimos e vivemos.

Continue turistando no blog “Beijos, Eu”: http://tinyurl.com/cp6zz5r